quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Piloto da Air Race morre em acidente

Alejandro MacLean fazia acrobacias quando caiu perto do aeroporto de Toledo

Alejandro Maclean piloto morto em acidente durante treino
Alejandro Maclean morreu durante treino (Foto:AFP)

O piloto Alejandro Maclean, único representante espanhol no Air Race, morreu nesta terça-feira em um acidente com seu avião de acrobacias, nas imediações do aeroporto de Toledo (Espanha). As causas da queda da aeronave ainda não foram confirmadas.

Maclean, de 41 anos, foi campeão europeu e espanhol de acrobacias aéreas e disputava o Air Race desde 2005. Nesta temporada, terminou em 11º lugar na classificação geral, com nove pontos.

Também neste ano, o brasileiro Adílson Kindlemann, que fazia sua temporada de estreia na categoria, sofreu um acidente em março durante o treino para a segunda etapa, em Perth (Austrália). A aeronave caiu em um lago e o piloto escapou ileso, mas não pôde disputar as demais etapas. Seu retorno deverá acontecer em 2011.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Gerhard Berger minimiza manobra de Schumacher contra Barrichello

'Nós dirigíamos mais brutalmente', garante ex-piloto da McLaren

Por GLOBOESPORTE.COM

Gerhard Berger, ex-piloto austríaco Fórmula 1
Gerhard Berger diz que manobra do Schumacher
fazia parte do jogo antigamente (Foto: AFP)

O ex-piloto da Fórmula 1 Gerhard Berger minimizou nesta sexta-feira a polêmica manobra de Michael Schumacher sobre Rubens Barrichello no Grande Prémio da Alemanha. Segundo o antigo companheiro de Ayrton Senna na McLaren, atitudes como a do alemão faziam parte do jogo no passado.

- Nós dirigíamos mais brutalmente. Três vezes por volta, empurrávamo-nos contra os muros sem nos queixarmos. Fazia parte do jogo. Não teríamos pensado nada sobre a atitude do Schumacher contra o Barrichello - afirmou Berger ao jornal austríaco "Tiroler Tageszeitung".

O piloto austríaco afirmou também que, antes da temporada, acreditava que Schumacher poderia ser campeão novamente. Agora, acha muito difícil que o alemão ainda consiga garantir outro título na Fórmula 1.

- O Nico Rosberg está claramente à sua frente. O Michael está tentando contrariar a juventude de Nico tirando vatagem de sua experiência, mas não está funcionando. O seu companheiro de equipe é mais rápido, e ele tem de aprender a lidar com isso - concluiu.

Regata – Uma velejada radical

Se vocês repararem, tirando o surf, eu escrevo pouco sobre esportes radicais nas águas. Isso porque quase não os conheço, mas a convite de um amigo, o Wagner, tive a oportunidade de participar de uma regata, e conhecer como velejar é radical.

Sobre o esporte em si, pedi para o Wagner escrever um post e dicas sobre ele, e futuramente posto por aqui. Dessa vez, vou escrever apenas sobre minha aventura dentro do veleiro.


A regata era uma corrida de veleiros que tinha saída próxima ao porto de Paranaguá e chegada em antonina (PR), acabamos não indo com o barco do Wagner por problemas de logística e maré baixa, e fomos com o veleiro do Herman, que já estava na água. Saimos por volta das 09:15h do yate clube. O tempo até a linha de largada era em torno de 1:30h, e até lá, fui me acostumando com o barco e ouvindo as dicas de ambos.


Os veleiros impressionam tanto pelo tamanho dos barcos, e principalmente quanto ao tamanho das velas. No começo saímos no motor, e após uns 40 min, erguemos as velas. Não tinha muito vento, então foi mais para sentir o barco, até me arrisquei a pilotar um pouco, mas não fui muito feliz hehe. Como não tinha vento mesmo, fomos até a linha de largada no motor, chegando lá nos encontramos com mais veleiros, e fiquei impressionado com duas coisas: a quantidade de modelos diferentes, e a diferença de idade entre as pessoas. Claro que em todos os barcos, haviam navegadores experientes (no meu caso, os dois eram muito, só eu que estava perdido), mas haviam desde crianças de 8/10 anos até clássicos de 70 anos. Demos uma treinada no que seria a minha função que era ajudar na “cambagem” (trocar as velas do barco de lado, para melhor aproveitar o vento), no treino até que não fui mal (era só soltar a corda hahaha), e fomos aguardar a largada. Como não tinha vento nenhum, a largada foi postergada, e acabou acontecendo pouco depois das 13h.



Motores desligados e velas altas, não tinha muito vento e os barcos estavam andando para trás, alguns até soltaram ancoras para não perderem posição, meu pensamento foi “que troço estranho, onde ta o radical??”, mas foi questão de tempo, alguns minutos depois, com o vento mais forte, senti o porque do radical. O barco estava de lado (literalmente) na água, e eu estava do outro lado dele fazendo contra-peso, eu tinha a impressão que o barco ia virar a qualquer momento, lembro de pensar na musica “se esse barco não virar, olé olé olá”. Existia um trajeto definido para a regata, que era demarcado por bóias, onde tínhamos de contornar-las, e quando chegamos próximos delas, começou a ficar mais pauleira, foi a hora da primeira “cambagem”, obvio que eu me enrolei, e deixei a vela enroscar haha, mas o Wagner e o Herman são tranqüilos e relevaram, mas a segunda, estava mais ligado e fiz certinho, era simplesmente impressionante o barco virar de um lado para o outro: as velas mudavam de lado e o barco parecia tombar para o lado, um minuto estávamos como barco de um lado encostando na água, no outro minuto com o outro lado. Olhar os outros barcos fazendo isso também era incrível.


O esporte é extremista, num momento se esta com o barco de lado na água, com o comandante segurando tudo no leme, e o resto cuidando de velas e contra-peso, no outro o barco acalma, fica reto e vai no embalo das ondas e do vento.


Fizemos todo trajeto nessa correria e mudanças de ritmo até chegar em antonina. Tinham barcos com 1 tripulante só, que até agora não entendo como o cara conseguia tocar sozinho, trocando vela, fazendo cambagem e tudo mais, e contra partida barcos com 5 ou 6 pessoas.


A galera é bastante competitiva, e não correm pra brincar não, levam bem a serio o desafio, mas somentena água, pois acabando a regata, todo mundo estava rindo e conversando. O ambiente é muito familiar, o que acaba fazendo pessoas incentivando pais, filhos e netos a curtir a náutica, e transformando o esporte em algo legal para a família toda.


Em antonina, dormimos no barco e pela manhã, as 7h voltamos para Paranaguá. E isso achei perigoso e adrenado.


Estava uma neblina muito forte, e não conseguíamos ver nem 3 metros a frente do barco, estávamos nos guiando basicamente pelo GPS, então o perigo de dar de cara com algum barco de pesca ou obstáculo era alto. Até nos assustamos com um cargueiro que surgiu do nada, simplesmente apareceu. Depois disso, ficamos mais atentos e embora tenham surgido vários barcos, cargueiros e outros veleiros, não tivemos maiores dificuldades. Apenas o frio, que estava judiando.

Enfim, chegamos ao yate club, guardamos o barco do Herman com ajuda dos marinheiros do yate club e demos por encerrada mais uma aventura radical.
Esporte aprovadissimo para o mundo radical e recomendado para quem gosta das águas e dos mares.

Abaixo um vídeo da regata, não estávamos com câmeras para fotos, fico devendo essa

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Jadson, sobre mudança do Mundial para o Rio: 'Eu preferia em Imbituba'

Atual campeão da etapa brasileira e candidato a novato do ano diz que ondas cariocas são boas quando estão tubulares, mas 'têm balanço muito chato'



Por Gabriele Lomba Rio de Janeiro

Surfe Jadson André Mundial de Imbituba
Jadson André após a vitória no Mundial de Imbituba, em abril
(Foto: Divulgação / ASP)

Logo em sua primeira competição na pequena Imbituba (SC), Jadson André, com uma vitória épica sobre Kelly Slater, americano eneacampeão do mundo, levou o caneco da etapa brasileira do Circuito Mundial. A Praia da Vila, porém ficará apenas na memória, já que, em 2011, o Rio de Janeiro voltará a ser a sede do campeonato. Nono do ranking e cotado para ser o estreante do ano na elite do surfe, o potiguar não gostou da mudança, anunciada nesta semana.

Jadson conhece bem o Rio de Janeiro. Anda por lá desde os tempos em que disputava competições pro júnior. Especialista em aéreos e outras manobras acrobáticas, seria, teoricamente, bem sucedido nas ondas cariocas, propícias para seu estilo de surfar. Mas...

- Se gostei da mudança? Eu preferia em Imbituba...A melhor coisa em Imbituba são as esquerdas longas, mas tem muito vento às vezes. No Rio, a melhor coisa são as ondas tubulares, e a pior é que tem um balanço muito chato.

Surfe Jadson André Mundial de Imbituba
Jadson dá um aéreo nas ondas da Praia da Vila, em Imbituba (Foto: Divulgação / ASP)

A etapa do Mundial foi disputada no Rio de Janeiro até 2001. No ano seguinte, Saquarema, na Região do Lagos, ganhou o direito de receber a elite do surfe. Em 2003, o catarinense Teco Padaratz comprou os direitos do campeonato e o transferiu para sua terra-natal. Nos três primeiros anos, a sede era a Praia da Joaquina, em Florianópolis. Depois, a Praia da Vila, pico que, diante do "flat", sempre salvava, virou o palco principal.

A qualidade das ondas brasileiras é, por sinal, um antigo problema. Até 2008, o campeonato era disputado no fim de outubro, época em que as ondulações não são boas no hemisfério sul. Diante disso, a Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) decidiu, no ano passado, alterar o calendário. O Brasil, antes penúltima etapa, passou a receber a elite no primeiro semestre. Neste ano, foi a terceira etapa da temporada, em abril.

Segundo Teco Padaratz, não haverá motivo para preocupações no Rio. O palco principal será a Praia da Barra da Tijuca. Arpoador e Canto do Recreio terão palanques secundários.

- Cobriremos todas as condições de ondulação pela cidade - disse Teco.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Britânico termina em segundo na Alemanha e garante o bi da Air Race

Bonhomme comemora o título no autódromo de Lausitz. Austríaco Arch leva etapa

Por GLOBOESPORTE.COM, Lausitz, Alemanha

Era a primeira vez que o Circuito Mundial de corrida aérea - Air Race - tinha um percurso sobre solo, e não água. O palco, o autódromo de Lausitz, na Alemanha. Dois pilotos tentavam ser o protagonista. O austríaco Hannes Arch levou a etapa, mas o caneco da temporada ficou com o britânico Paul Bonhomme. A classificação à final garantiu a ele o bicampeonato por antecipação.

Air Race Paul Bonhomme
Paul Bonhomme voa para o título na Alemanha (Foto: Divulgação)

Campeão em 2009, Paul Bonhomme fechou a temporada de seis etapas com duas vitórias (Abu Dhabi e Nova York) e 64 pontos. Arch, campeão em 2008 e vencedor da etapa do Rio de Janeiro em maio, venceu ainda em Perth e Windsor, além de Lausitz.

- É muito especial, mMas estou frustrado por não derrotar Arch na última corrida do ano. Mesmo assim, o objetivo no início da temporada era garantir o bicampeonato, e foi exatamente isso que conseguimos, apesar de algumas dificuldades ao longo do ano.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Filmadora para esportes radicais

Sempre quis fazer filmagens e fotos de esportes, mas me concentrei, nesse primeiro momento nas filmagens. Procurei bastante com o Gabriel, uma camera que atendesse as necessidades de filmagens, para esportes.Ela precisa ser leve, compacta e principalmente de facil e rápido manuseio.



Depois de muito pesquisar, acabamos encontrando uma que virou febre entre radicais no mundo. A FLIP Ultra HD.
A camera é perfeita para esportes, filma em HD, tem um botão lateral para ligar e um botão central para filmar (todo o processo leva 1 segundo), e um pequeno visor LCD.
Tem uma saida USB, por onde é recerragada, e faz até duas horas de filmagens, caso a bateria acabe, pode-se substituir por pilhas.
O custo beneficio dela faz valer a pena, custa em média de 130 dolares.
O Lado negativo dela, é o formato, não é dos mais convencionais, e por isso, é complicado de
achar



suporte para ela. Mas a propria fabricante lançou um suporte oficial, que além de ser possivel prender nos mais variados locais, ainda vira um pequeno tripé.
Outra coisa negativa, é o fato dela não aguentar “porrada”, ou seja, tombos, chuvas e coisas assim não são muito bem aceitas por ela, mas nada que um protetor de 20 reais não resolva.



Enfim, um bom custo beneficio, e uma camera legal para o que precisamos.
O Vídeo do ataque ao PP foi feito com ela, porém, não editei na qualidade total, vou providenciar um em breve para exemplo.

Em autódromo alemão, pilotos lutam pela taça do Mundial de corrida aérea

Britânico Paul Bonhomme e austríaco Hannes Arch lideram a classificação. Sexta e última etapa será neste fim de semana, no circuito de Lausitz

Depois de cinco etapas, o Circuito Mundial de corrida aérea - Air Race - chega neste fim de semana à decisão. Nesta quinta-feira, os pilotos treinaram para o último desafio, em um circuito montado no autódromo de Lausitz, na Alemanha, que recebe pela primeira vez a competição . O caneco deve ir para as mãos do britânico Paul Bonhomme ou do austríaco Hannes Arch, líderes da classificação.

Campeão em 2009, Bonhomme lidera com 53 pontos. Neste ano, venceu as etapas de Abu Dhabi e Nova York. Arch, melhor do mundo em 2008, tem cinco pontos a menos. O austríaco levou a melhor Na Austrália, no Canadá e no Brasil, em campeonato disputado no Rio de Janeiro.

O campeão da etapa leva dez pontos. O britânico Nigel Lamb, terceiro colocado, tem 47. O americano Kirby Chambliss, quarto, está com 35.

Paul Bonhomme Air Race - Alemanha
Paul Bonhomme treina para a última etapa (Foto: agência Getty Images)

Snowboard – Esportes Radicais para o frio

Aproveitando o clima de Curitiba, vamos entrar na onda e falar um pouco sobre esportes de inverno. Claro que aqui pelas terras tupiniquins não neva (embora aqui pra baixo chegue perto) para que possamos realizar a prática desses esportes . Mas para quem vai dar uma voltinha aí pelo mundo e acabe encontrando algumas terras mais geladas ou para quem tem apenas curiosidade, let’s go.

Começando pelo SnowBoard.

Descer uma ladeira de superfície nevosa, equilibrado em cima de uma prancha (proporcional ao seu tamanho), pegando velocidades altas e realizando manobras e saltos radicais. O “surf na neve” pode ser praticados em halfpipes , encostas de montanhas e ladeiras artificiais. Um

prancha totalmente lisa é presa aos pés do praticante, impossibilitando o mesmo de se impulsionar ou coisa do gênero, por isso o esporte é descida pura. Esporte perigoso, pois exige habilidade para não deslizar e rolar montanha abaixo ou cair de mau jeito em alguma manobra, portanto, itens de segurança e níveis de capacidade e experiência devem ser bem observados antes de começar a pratica.



Os equipamentos são os de sempre: capacete, luvas, e obviamente pelo frio, roupas quentes, porem leves, que dêem agilidade ao atleta. São necessários óculos especiais com “lentes coloridas” para não “queimar os olhos” com o branco da neve e as roupas devem ser preferencialmente coloridas também, para se destacar da maré branca.



Existem estações de esqui e snowboard que possuem pistas prontas com classificações para todos os níveis. Sempre é bom se informar, antes de alugar uma prancha e pegar montanha.
Existem algumas normas que a federação internacional de esqui determinou e que são seguidas pelos snowboarders também, são elas:


1. Respeito pelos outros: Todos os utilizadores das pistas deverão comportar-se de modo a não colocar em risco todos os outros esquiadores.


2. Controle: Todos os utilizadores das pistas deverão adaptar a velocidade ao seu nível técnico e capacidade física, bem como, às condições atmosféricas, de terreno e de tráfego.


3. Escolha da trajetória: o esquiador em posição superior deverá escolher a trajetória de forma a garantir a segurança de quem está em baixo. O esquiador em zona inferior (vale) tem sempre prioridade.


4. Ultrapassagens: poderão ser feitas por cima (montanha), por baixo (vale), pela direita ou esquerda,sempre de forma folgada, garantindo a possível evolução daquele que se ultrapassa.


5. Entrada nas pistas e num cruzamento: ao entrar numa descida (pista) ou ao passar um cruzamento todo o utilizador deverá olhar para cima (montanha) e para os lados, por forma a verificar se poderá entrar nas pistas com a maior segurança.


6. Paragem/parada: todos os utilizadores deverão evitar parar em zonas estreitas, lombas e zonas sem visibilidade. Em caso de queda deverão retirar-se da pista o mais rápido possível.


7. Subidas e descidas a pé: deverão ser feitas pelos laterais das pistas, tendo atenção para não colocar em perigo todos os outros utilizadores.


8. Respeito pela marcação, sinalização e informação nas pistas: todos os utilizadores das pistas deverão estar informados sobre as condições reais de cada zona de pistas, bem como respeitar todas as indicações e marcações de segurança existentes nas mesmas.


9. Assistência: qualquer pessoa envolvida ou testemunha de um acidente deverá prestar assistência e dar o alerta para o mesmo. Em caso de necessidade e a pedido dos socorristas deverá colocar-se ao serviço dos mesmos.


10. Identificação: Qualquer pessoa, testemunha ou envolvida num acidente, deverá se identificar perante a equipa de socorro.


(fonte: Wikipédia)


Então, se você brasileiro, está aí pelo mundo praticando esse esporte, nos mande fotos e mais dicas sobre onde praticá-los. Aqui na América do sul, acho que o local mais viável para praticar é com nossos ermanos argentinos em Bariloche.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Havaiano que surfou no Alasca diz que Maresias é mais difícil que Jaws

Parceiro de Garrett McNamara, Kealii Mamala voltará a competir no Town In

Kealii Mamala observa Garrett McNamara, surf
Kealii Mamala observa Garrett McNamara
(Foto: divulgação)

Surfista especializado em ondas grandes, Kealii Mamala foi um dos protagonistas do surfe no Alasca, em 2007. Parceiro de Garrett McNamara, o havaiano vai disputar mais uma vez uma competição de Town In em Maresias, neste ano. E, segundo ele, a praia do litoral paulista é mais complicada do que o famoso pico de Jaws, na ilha de Maui, no Havaí.

Ano passado, Kealii e Garrett conseguiram bons tubos e chegaram às semifinais, mas uma contusão de Garrett freou a dupla.

- Jaws é um pico constante que você sabe quando e onde a onda vai quebrar. Já em um beach break (fundo de areia), você tem que caçar o pico e achar diferentes posições, então isso torna a competição em Maresias mais complicada comparada com uma em Jaws, por exemplo.

ASP South America apresenta novidades no calendário 2010

A ASP South America anuncia mais novidades no seu calendário de 2010. Foram confirmadas duas etapas do WQS Feminino, uma do Longboard Qualifying Series com nível máximo 6 estrelas e três seletivas sul-americanas para o Mundial Pro Junior da ASP. Todas as provas foram marcadas nos meses de agosto e setembro, em Santa Catarina e na Bahia.


A primeira é o Pena Bahia Longboard International Classic na Praia de Itacimirim, em Camaçari, válido pela 2ª etapa com nível 6 estrelas do ASP LQS na América do Sul. Em janeiro, o calendário 2010 dos pranchões foi inaugurado no Huanchaco Longboard Pro Peru e o brasileiro Rodrigo Sphaier faturou o título na final com o peruano Piccolo Clemente.

O Pena Bahia Longboard International Classic acontece nos dias 13 a 15 de agosto, distribuindo 30 mil dólares. O objetivo da ANS (Associação Nordestina de Surf) é repetir as duas provas seguidas de 2009, no entanto o Pena Longboard Classic de Pernambuco, com nível 4 estrelas de 20 mil dólares previsto para os dias 20 a 22 de agosto, ainda não está totalmente confirmado.

PRO JÚNIOR - A reta final do ASP South America Junior Series 2010 começa em Santa Catarina, onde nos dias 27 a 29 de agosto será realizado o Mormaii Pro Junior na Praia da Ferrugem, em Garopaba. Na semana seguinte, 3 a 5 de setembro, teremos o Hurley Pro Junior na Prainha de São Francisco do Sul, norte do estado.

De Santa Catarina todos partem para a Bahia, onde serão decididos os títulos sul-americanos sub-20 de 2010 no Billabong presenting Surf Eco Festival, de 14 a 18 de setembro na Praia do Aeroclube, Salvador. Os dois primeiros dias, 14 e 15, foram reservados para a categoria masculina, que oferece premiação máxima do Pro Junior, 15 mil dólares e tem nível Grade 3. Já o feminino é Grade 1, distribuirá 2 mil dólares e será realizado nos dias 16, 17 e 18, combinado com o WQS Feminino de nível 4 estrelas e premiação de 25 mil dólares que faz parte deste verdadeiro festival de surfe que está sendo promovido mais uma vez pela Dendê Produções na capital baiana.

WQS FEMININO - Duas etapas do WQS Feminino completam a série de novidades da ASP South America. A primeira delas é o próprio Billabong presenting Surf Eco Festival em Salvador. A etapa nível 4 estrelas com premiação de 25 mil dólares começa na quinta-feira, 16 de setembro, e termina no sábado, dia 18.

Da Bahia, as meninas retornam a Santa Catarina para o encerramento do ASP South America Star Series feminino nos dias 20 a 23 de setembro. A Praia Mole de Florianópolis foi o palco escolhido para a estreia do 6 estrelas Maresia Girls International com premiação máxima de 35 mil dólares. O campeonato vai rolar durante a semana, começando numa segunda-feira e terminando na quinta-feira.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O nome é sugestivo: 'Desafio Mundial de Helicóptero'. O desafio em questão é competir em locais onde não há acesso por terra. Neste ano, o palco é o Aspiring National Park, em Wanaka, na Nova Zelândia. Depois de chegarem lá de helicóptero, snowboarders e esquiadores disputam as modalidades downhill e estilo livre. O campeão será conhecido apenas no domingo. Vence quem fizer a maior soma.

Snowboard Will Jackways World Heli ChallengeWill Jackways treina para o 'World Heli Challenge' (Foto: Getty Images)
Fonte: Wanaka, Nova Zelândia

Snowboarders descem encosta de vulcão e alcançam 80 km/h

Atração é oferecida por albergue em León.
Descida acontece no vulcão Cerro Negro, na Nicarágua.

Para quem busca adrenalina, um albergue em León, na Nicarágua, oferece para seus hóspedes a possibilidade de escalar o topo do vulcão Cerro Negro, na cordilheira Maribios, e descer sua encosta de snowboard. Segundo a agência "Barcroft Media", os snowboarders descem uma ladeira de 500 metros e chegam a alcançar a velocidade de 80 km/h.

Snowboarders descem chegam a alcançar a velocidade de 80 km/h.
Snowboarders descem chegam a alcançar a velocidade de 80 km/h. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)

Atração é oferecida por um albergue em León, na Nicarágua.
Atração é oferecida por um albergue em León, na Nicarágua. (Foto: Barcroft Media/Getty Images)

Fonte: G1